Palestra sobre passado, presente e futuro da Contabilidade marca início da Semana do Contador na UEPB

25 de setembro de 2017

Teve início na manhã desta segunda-feira (25), no Auditório I da Central de Integração Acadêmica, Câmpus de Bodocongó, em Campina Grande, mais uma edição da Semana do Contador, promovida pelo Departamento de Contabilidade (Decon) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB). O evento, aberto a toda comunidade acadêmica e demais interessados, segue até a próxima quarta-feira (27) com palestras e debates nos turnos da manhã e noite.

A mesa de abertura, coordenada pela professora Vânia Vilma Nunes Teixeira, também organizadora do evento, foi composta pelos professores José Péricles Alves Pereira, chefe do Decon; Ricardo Ferreira Dantas, diretor do Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA); Allan Carlos Alves, coordenador do Curso de Contabilidade; e Cláudio Oliveira Leôncio Pinheiro, coordenador adjunto.

Houve ainda uma apresentação cultural, com voz e violão, feita pelas alunas Kallinne Rodrigues de Melo e Natália Lima, integrantes dos cursos de Administração e Contabilidade, que interpretaram a música “Trem Bala”, da cantora Ana Vilela.

Responsável pela palestra inicial, o professor da UEPB, Ademir Barbosa Leão, trouxe uma exposição leve e bem-humorada a respeito do tema “Contabilidade: passado, presente… e tem futuro?”. Sobre o passado, o professor lembrou que expressões como “acumulação de bens”, “rendas”, “fraudes” e “inventário” já eram relatadas na Bíblia, mostrando o quanto a Contabilidade é antiga.

Conforme relatou, com a oficialização dos negócios e transações, evolução das tecnologias, busca pela economia de tempo e aprimoramento na prestação do trabalho, o tempo presente foi sendo moldado e, com ele, também os vilões da contabilidade, como a sonegação de impostos e outras irregularidades. “A contabilidade não é vilã. Mas é vilão o profissional que usa de seus meios com fins irresponsáveis ou ilícitos”, alertou Ademir Leão.

Sobre o futuro, ele indagou aos futuros contadores sobre quais são suas motivações e paixões na área, advertindo que, independente de qual seja a resposta, todos devem ter uma visão crítica e ética a respeito de seus trabalhos, para que não incorram em erros nem em ilícitos, mas sim que ofereçam confiança à sociedade com procedimentos éticos, transparentes e objetivos.

 

Texto e fotos: Giuliana Rodrigues