Instituições de ensino superior da Paraíba prorrogam suspensão das atividades acadêmicas até 26 de abril

3 de abril de 2020

Em reunião realizada por videoconferência na manhã desta sexta-feira (3), os gestores de instituições de ensino superior públicas e privadas da Paraíba decidiram prorrogar a suspensão das aulas até o dia 26 de abril, em todas as suas unidades/câmpus.

A recomendação conjunta pela prorrogação considerou as orientações da Organização Mundial de Saúde (OMS), Ministério da Saúde e dos órgão de saúde do Estado da Paraíba, e tem o objetivo de garantir a segurança em saúde da comunidade universitária, de modo a evitar concentração de pessoas e, com isso, prevenir a infecção pelo novo coronavírus (Covid-19).

Uma nova reunião virtual entre os gestores ficou pré-agendada para o dia 17 de abril, quando o cenário será reavaliado para verificar a possibilidade de nova prorrogação do retorno das atividades, de acordo com o quadro de saúde pública que estará sendo vivenciado no momento, no Brasil e na Paraíba.

Os gestores participantes da videoconferência foram unânimes em destacar a necessidade da estender a suspensão das atividades e reforçaram o apelo para que os membros de suas comunidades universitárias obedeçam o distanciamento social, que é a maneira mais eficaz de prevenção.

No tocante aos setores administrativos da UEPB, a Administração Central da Instituição também estendeu até o dia 26 de abril a suspensão das atividades presenciais dos servidores técnicos administrativos, que devem seguir trabalhando em sistema de home office. As definições constam na Portaria UEPB/GR/0180/2020.

Participaram da reunião, além do reitor Rangel Junior, os gestores Vicemário Simões, da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG); José Albino, do Instituto Federal da Paraíba (IFPB); Tatiane Lima, da Unesc; Dalton Gadelha e Gisele Gadelha, da Unifacisa; Cilene Andrade, na Uninassau; Lênio Assis de Barros, da Faculdade Cesrei; e Jeannine Nóbrega, da Faculdade Rebouças; além dos profissionais da área de saúde da Unifacisa, Guilherme Veras e Antonio Henriques Neto.

Texto: Tatiana Brandão